Porquê Entre DOURO e MINHO ?


Porque, nasci numa cidade duriense das mais bonitas, Lamego. Porque, migrei para a cidade de Gaia, no início da década de 60, onde vivo a minha juventude, e permaneço até hoje. Porque, a partir da década de 90 divido a minha vida, com Cabeceiras de Basto.
É Entre DOURO e MINHO, porque complemento a minha vida com o rural duriense, o rural minhoto e o urbano, do litoral. Será desta grande região, tão diferente entre as suas gentes, mas tão NORTENHAS, que exporei uma das minhas grandes paixões - como amador e autodidacta - a fotografia, bem como escritos sobre esta tão vasta região...

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Ponte Luís I «003»

- Porto e Gaia -

Mosteiro da Serra do Pilar, em fundo



Património da Humanidade (desde 1996), Ponte Luís I e Mosteiro da Serra do Pilar (ex-libris da cidade de Gaia).

terça-feira, 14 de junho de 2011

À descoberta deste edifício ...

 

Observei as horas neste relógio, numa cidade do norte de Portugal...


ACTUALIZADO em 14-06-2012 (a cidade é Gaia)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mercado Ferreira Borges

- Porto - 



Mercado Ferreira Borges foi batizado com este nome com o intuito de homenagear um dos portuenses mais ilustres do século XIX.
Este edifício datado de 1885, por iniciativa da Câmara Municipal do Porto, tinha por objectivo substituir o velho e degradado Mercado da Ribeira, função que, praticamente, nunca chegou a cumprir.


Nos anos 50, começou a ser utilizado pela Junta Nacional das Frutas, que nele instalou o Mercado Abastecedor de Frutas do Porto, acentuando-se a sua decadência.
No fim dos anos 70, com a inauguração do Mercado Abastecedor de Chaves de Oliveira, o Ferreira Borges voltou a ser abandonado.
Em 1983, a Câmara Municipal, através do Comissariado para a Renovação Urbana da Área da Ribeira/Barredo (CRUARB) procedeu à recuperação da estrutura, um século depois da sua construção.
Mas o mercado nunca mais voltou a desempenhar a sua vocação inicial. Este belo espaço, representativo da arquitetura portuense do ferro e do vidro é hoje utilizado para diversas manifestações e atividades culturais (exposições, feiras, mostras, certames, etc.).


ATUALIZADO em 28-10-2015

terça-feira, 20 de abril de 2010

Igreja de S. Miguel de Refojos «002»

- Cabeceiras de Basto -

vista do interior


Podemos observar figuras demoníacas, máscaras (conhecidas por carrancas).

Igreja de S. Miguel de Refojos «001»

- Cabeceiras de Basto -

Vista do interior.



o "Basto"

- Cabeceiras de Basto -



Estátua do "Basto", representando um guerreiro lusitano.

Mosteiro de S. Miguel de Refojos «002»

- Cabeceiras de Basto - 



Igreja de estilo barroco. De destacar: na fachada principal as estátuas em tamanho natural do fundador da Ordem de S. Bento - S. Bento de Núrcia, e da sua irmã, Santa Escolástica; o Altar-Mor; o Altar exterior; as figuras demoníacas, máscaras (conhecidas por carrancas); o Órgão duplo; os dois púlpitos; a Capela do Santíssimo Sacramento; a Sacristia seiscentista; os claustros; o zimbório e as cadeiras do Coro.


sábado, 17 de abril de 2010

Samodães «002»

- Lamego -  

A cidade do Peso da Régua, em fundo
  

“É Samodães um pequeno lugar, sito na margem esquerda do rio Douro, em situação elevada e aprazível. Tem igreja parochial, que n’essa época possuía grandes rendas, que provinham dos dízimos. Achava-se dentro da demarcação dos vinhos de feitoria, sujeitos à inspecção da companhia geral d’agricultura das vinhas do alto Douro, que havia poucos annos o marquez de Pombal havia creado para contrabalançar o monopólio da chamada feitoria ingleza. Por virtude d’esta medida, toda repassada d’um grande patriotismo, o paiz vinhateiro, e por tanto a localidade de Samodães, se achavam n’um estado prospero e florescente. Teve esta freguezia foral de reguengo, concedido por El-Rei D. Manuel, e sempre pertenceu ao termo e jurisdicção da cidade de Lamego” (Azevedo, 1866).

Samodães «001»

- Lamego - 

 A serra do Marão, em fundo


Samodães, é uma freguesia do concelho de Lamego, com 3,07 Km2 de área e 280 habitantes (Censos-2001).