Porquê Entre DOURO e MINHO ?


Porque, nasci numa cidade duriense das mais bonitas, Lamego. Porque, migrei para a cidade de Gaia, no início da década de 60, onde vivo a minha juventude, e permaneço até hoje. Porque, a partir da década de 90 divido a minha vida, com Cabeceiras de Basto.
É Entre DOURO e MINHO, porque complemento a minha vida com o rural duriense, o rural minhoto e o urbano, do litoral. Será desta grande região, tão diferente entre as suas gentes, mas tão NORTENHAS, que exporei uma das minhas grandes paixões - como amador e autodidacta - a fotografia, bem como escritos sobre esta tão vasta região...

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Parque da Cidade

- Porto - 


O Parque da Cidade do Porto, previsto no Plano de Urbanização do arquiteto Robert Auzelle, nos anos 60, é da autoria do arquiteto Sidónio Pardal, cujo projeto iniciou em 1981.


O Parque da Cidade situa-se numa das zonas nobres da cidade do Porto, mais concretamente no limite norte onde confina com a cidade vizinha de
Matosinhos.
Foi inaugurado em 1993 - 1ª fase - e finalizado em 2002, com a construção da Frente Marítima.


É o maior parque urbano do país, ocupa um total de 83 hectares, composto por zonas de relvados, zonas arborizadas e quatro lagos.
O parque tem uma paisagem lindíssima, com lagos, flora e fauna, que se estendem até ao Oceano Atlântico.



No terreno, os elementos de pedra, provenientes de demolições de edifícios, e o arvoredo criam zonas muito aprazíveis, onde quem visita não se apercebe de estar numa zona onde a sua envolvente é o de uma área urbana, densamente povoada.  


Ao longo do Parque é possível caminharmos por uma longa rede de caminhos, com mais de 8 quilómetros.


Nos lagos do Parque, a água é a do lençol freático, e não a dos ribeiros existentes e muito poluídos, que foram desviados.
O Parque alberga uma variedade considerável de aves, o local de eleição para quem pretende observar aves dentro dum espaço urbano.


 ACTUALIZADO em 28-10-2015


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Estado perdoa 6 milhões a seguradoras

  

“Algumas companhias de seguros ficaram a dever cerca de 6 milhões de €uros à Administração Regional de Saúde, de Lisboa e Vale do Tejo. As dívidas relativas a 2008, 2009 e 2010 já prescreveram e ficaram por cobrar.”

Li este texto, aqui

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A minha dúvida
Como vulgar cidadão se ganhar o salário mínimo, sou perdoado de eventuais dívidas ao estado?...


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Barco Rabelo «002»



O barco rabelo é uma embarcação portuguesa, típica do Rio Douro que tradicionalmente transportava as pipas de vinho desde o do Alto Douro, onde as vinhas se localizam, até Vila Nova de Gaia, onde o vinho era armazenado, tratado e, posteriormente, comercializado e enviado para todo o mundo.
É um barco de rio de montanha, embarcação de fundo chato, propositadamente construída para navegar nos terríveis rápidos do Douro.


 

Por forma, a navegar os rápidos de uma vez só, os rabelos precisavam de ser posicionados com grande precisão no rio. Uma vez apanhados na corrente, nada mais restava à tripulação do que ter esperar e rezar que estes emergissem incólumes nas águas calmas que se seguiam. Era o único meio de transporte entre as vinhas no Douro e as caves em Vila nova de Gaia.
Capaz de transportar até 100 barris de vinho, os rabelos, eram instantaneamente reconhecidos pelo seu longo e elegante remo de direção.


 

Doze homens incrivelmente corajosos e fortes compunham a tripulação de cada rabelo, todos eles sabendo que a próxima jornada poderia ser a sua última.
Quando não havia corrente, os rabelos navegavam à vela ajudada por ventos favoráveis ou puxados por sirgas (cordas) a partir de caminhos, por homens ou por juntas de bois.


Apesar da incrível habilidade das tripulações, muitas vidas foram perdidas no Douro, incluindo o Barão de Forrester, que pereceu em 1861, juntamente com o seu lendário cinto de dinheiro cheio de ouro.

Após a conclusão da primeira via ferroviária do Douro, terminada em 1887, e o desenvolvimento das comunicações rodoviárias, durante o séc. XX, o tráfego fluvial assegurado pelos barcos rabelos, entrou em declínio.


Em 1961, no início do programa de aproveitamento hidro-eléctrico do Douro nacional, apenas restavam seis barcos rabelos em atividade permanente, dos cerca de 50 que chegaram a navegar no Douro.

A última viagem comercial de um rabelo crê-se ter ocorrido em 1964.



Atualmente, com uma atividade diferente, os rabelos são utilizados na famosa regata do São João, aquando das festas populares da cidade do Porto, passeios no rio Douro, muito procurados pelos turistas, e outras iniciativas para recordar os seus tempos de glória.
O rabelo, pela sua origem, pelos seus serviços colaborador da prosperidade duriense, é o brasão de armas da região, símbolo heráldico, honroso e inconfundível, de uma região única no mundo.

ACTUALIZADO em 28-10-2015


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Este post e a Filatelia:


 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Casa do Tempo

- Cabeceiras de Basto -

Inaugurada em 2 de Agosto de 2013


  




Recuperadas e adaptadas pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, parte das antigas casas de Caseiros da Quinta do Mosteiro, estão agora abertas ao público, de terça a domingo, com nova funcionalidade permitindo através do recurso às tecnologias de informação e comunicação, aceder à informação turística do concelho, inteirar-se da dinâmica local registada nos diversos sectores de atividade, bem como, conhecer as potencialidades que esta terra encerra, tornando-se assim, num verdadeiro centro interpretativo do território de Cabeceiras de Basto.
in “ECOS de BASTO”, de 26 de Agosto de 2013


domingo, 4 de agosto de 2013

Ponte Luís I «004»

- Porto e Gaia -       

O comércio progredia, as fábricas pululavam por todo o bairro oriental da cidade, dito brasileiro. O tráfego para Gaia e Lisboa crescia a olhos vistos, e a bela Ponte Pênsil não chegava para as encomendas.
Em 11 de Agosto de 1880, foi aberto concurso para a nova ponte, após o governo não ter aceite um projeto da firma G. Eiffel et Cie. Que só contemplava um tabuleiro ao nível da ribeira, com sector levadiço na parte central. Um projeto que mereceu um Grande Prémio na Exposição Universal de Paris de 1878, mas não servia para uma eficaz ligação entre os núcleos urbanos do Porto e Gaia. Por isso aquele concurso impôs como premissa necessária á conceção de uma ponte de dois tabuleiros. Apresentaram-se numerosos concorrentes: Société de Braine Leconte, Société des Batignolles (duas soluções), G. Eiffel et Cie., Auguste LeCoq. Andrew Handyside, Société de Willebroek (duas soluções) e John Wixon.


A solução escolhida foi uma das propostas pela S. Willebroek, com projeto do Eng.º. Teophile Seyrig, discípulo de Gustave Eiffel, e seu sócio e colega na construção da ponte D. Maria Pia.
O arco da nova Ponte tem 172m de corda e 44,6m de flecha. Os encontros do arco, em cantaria, dão apoio aos pilares que suportam o tabuleiro superior, realizado em forma de vigas recatas, com 391,25m de extensão. Do arco descem os pendurais que suportam o tabuleiro inferior de 174m de comprimento.
A estrutura da nova ponte, verdadeira filigrana de ferro que passou a ser, juntamente com a Torre dos Clérigos, o ex-libris por excelência do Porto, pesava no seu conjunto 3.045 toneladas. A ponte ficou iluminada por meio de artísticos candeeiros de gás, 24 no tabuleiro superior, 8 no inferior, e 8 nos encontros.


Mas mesmo assim não chegava para as encomendas, mormente nas horas de ponta. Com o espraiar das zonas urbanas do Porto e de Gaia em direção ao mar, a ponte D. Luiz I foi-se cada vez mais convertendo em autentico, - mas venerável – gargalo no complexo tráfego entre as duas margens do Douro.


Era preciso lançar outro elo de comunicação entre as duas margens…


Li este texto, aqui


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Caminhada dos Sorrisos

- Vila Nova de Gaia -

A caminhada dos sorrisos foi um êxito.
Grande aderência, grande animação.

Uma manhã de domingo que começou bem fresquinha, mas foi aquecendo com o passar do tempo, e á medida que o número de caminhantes foi aumentando, até ao seu epílogo, no Cais de Gaia.









Um saudável convívio pela consciencialização de todos pela INCLUSÃO dos jovens portadores de deficiência mental, na comunidade.


sábado, 27 de abril de 2013

Caminhada dos Sorrisos

- Vila Nova de Gaia -

programa

Realiza-se no próximo dia 28 de Abril (domingo), pelas 10:00 horas, uma caminhada organizada pela APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental, de Vila Nova de Gaia.

Terá a participação especial da ex-atleta olímpica Aurora Cunha.

O percurso inicia-se no Jardim Soares dos Reis (concentração a partir das 9:30 horas), seguindo pela Rua Visconde das Devesas, Estação das Devesas, Rua Pinho Valente, Rua Serpa Pinto e Cais de Gaia (chegada).

São cerca de 2km, num percurso muito fácil, quase sempre a descer.

A inscrição custará 2 sorrisos, e inclui kit de participação.
Vamos participar ...



quinta-feira, 25 de abril de 2013

25 de Abril

 
 
 
39 anos depois, 25 de Abril sempre.

 
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segunda-feira, 18 de março de 2013

40º Aniversário da APPACDM

 - Vila Nova de Gaia -




APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental, de Vila Nova de Gaia, Instituição Particular de Solidariedade Social, visa a promoção e a inclusão da pessoa com deficiência mental.

Este ano comemora 40 anos no concelho de Vila Nova de Gaia (1973-2013).

Hoje, 18 de Março, data do aniversário, inaugurou uma Horta Biológica "Aromas, Saladas & Frutas".

A todos os que colaboram diariamente na Instituição em prole dos que a ela recorrem, um bem-haja.


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Comemoração 250 anos da Torre dos Clérigos

- Porto -

Em ano de comemoração dos 250 anos



TORRE DOS CLÉRIGOS - projecto de autoria do arquitecto Nicolau Nasoni (1691-1773), aprovado em Dezembro de 1731 pela "Venerável Irmandade dos Clérigos Pobres", é parte da Igreja dos Clérigos, começada a construir em 1732, aberta ao culto em 1748, com a obra por concluir.
O projecto inicial de Nicolau Nasoni previa a construção de duas torres, solução depois substituída por uma só torre.


O exterior da Igreja é de forma oitavada, donde sobressai a torre de estilo barroco, em pedra, que atinge 75 metros de altura, que podem ser subidos pelos visitantes através de uma escada em espiral, com 240 degraus, construída entre os anos de 1754 e 1763, num edifício que já foi o mais alto de Portugal.


A Torre dos Clérigos, vista de Gaia

É o “Ex-Libris” da cidade do Porto. O edifício é monumento nacional desde 1910 e, em simultâneo, está inserido na zona classificada como Património da Humanidade. Incluída em todos os guias turísticos, é uma das principais atrações dos turistas que visitam a cidade. O esforço feito na sua subida é compensado, pelo esplendor da vista da cidade e do rio Douro.


Vista do alto da Torre dos Clérigos

Só no ano passado, subiram à torre cerca de 150 mil pessoas, na maioria estrangeiros.

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Horário da Torre e Igreja

Todos os dias das 09h30 às 13h00 e das 14h30 às 19h00


Preçário

Clero: Entrada gratuita
Escuteiros: Entrada gratuita
Crianças até aos 10 anos anos (inclusivé): Entrada gratuita

Bilhete Normal: 2 €
Bilhete com Binóculos incluído: 3€
Bilhete com Audioguia: 5€
Bilhete Conjunto: Torre dos Clérigos e Edifício da Santa Casa da Misericórdia (de Nicolau Nasoni)
Porto Card: 1€
Grupo de Escolas: Alunos: 1€ | Professores: 2€
Igreja: Entrada Gratuita


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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A reabilitação do Mercado do Bolhão

- Porto -  






Não há muito tempo de visita a Barcelona, entre os muitíssimos locais de interesse visitados houve um que pelo seu aspeto popular e de “romaria” me atraiu, o mercado municipal Sant Josep de La Boqueria, aquele movimento, aquela vida, tanto turista, tanto negócio …
Vem esta lembrança a propósito do que li algures sobre a ideia lançada por alguns comerciantes do mercado municipal do Bolhão, que admitem lançar um peditório a nível europeu, para evitar a ruína deste local, tão emblemático da cidade do Porto.
Se os políticos desta terra, conhecessem La Boqueria, certamente constatariam das grandes potencialidades, de uma das grandes joias da cidade.Depois de recuperado, porque não criar um pequeno circuito turístico que incluiria como ponto principal e de partida, o Bolhão e em seguida toda a zona envolvente conhecida pela quantidade de lojas tradicionais dedicadas a produtos alimentares, chamadas mercearias finas, algumas com fachadas de reconhecido valor arquitetónico, tais como a «Pérola do Bolhão», «Casa Chinesa», e muitas outras, terminando no «Café Magestic», com um bom café à moda do Porto.


Então, não diríamos que em Barcelona se faz e no Porto se organizam grandes seminários e grandes debates …



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Porto cidade de oportunidades

 
Porto cidade antiga.

Pois se até é verdade que foi “daqui que houve nome Portugal!...”

É nobre, cidade capital do trabalho e de gente de cultura.

Cidade cosmopolita e moderna.
 
Cidade de muitas pontes: para a travessia do rio Douro, ao longo dos tempos sucederam-se a Ponte das Barcas, inaugurada em 1806 (já não existe), a Ponte Pênsil ou D. Maria II, inaugurada em 1843 (já não existe), a Ponte Maria Pia, inaugurada em 1877 (desativada), a Ponte Luís I, inaugurada em 1886, a Ponte da Arrábida, inaugurada em 1963, projeto do engenheiro Edgar Cardoso, que seria responsável igualmente pela Ponte de S. João, inaugurada em 1991, a Ponte do Freixo, inaugurada em 1995 e a Ponte do Infante D. Henrique, inaugurada em 2003, são as travessias que unem, ou já uniram, as cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia.
Nesta cidade, foi realizado o primeiro filme do cinema português, na Rua de Santa Catarina em 1896, por Aurélio Paz dos Reis e chamava-se Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança.
 
Locais a não perder numa visita à cidade
 
O Centro Histórico do Porto, Património Cultural da Humanidade, desde 1996, após a Unesco classificar o local como “de valor universal excecional, testemunho do desenvolvimento de uma cidade europeia que, ao longo dos últimos mil anos, se voltou para o oeste para enriquecer as suas ligações culturais e comerciais".
 
Cidade com o único parque urbano da Europa, com frente marítima.
 
A Sé Catedral, a imponente Sé do Porto, concluída no século XIII.
 
O Palácio da Bolsa, exibindo uma imponente fachada neoclássica, construído no século XIX, cujo motivo de maior atração é o Salão Árabe.

A Torre dos Clérigos, torre sineira de estilo Barroco, concluída em 1763, domina o centro antigo da cidade. É a mais alta do género no país, e os visitantes podem subir os seus 225 degraus para admirar as vistas.

O Museu de Serralves, rodeado por vastos jardins usados para eventos ao ar livre, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves ocupa um moderno edifício projetado pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira.

A Casa da Música, projetada para o evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001, a Casa da Música é uma dinâmica e moderna sala de concertos dedicada à criação e celebração da música, edifício criado pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas.




O Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa e beneficia de uma localização geográfica privilegiada, complementada por uma moderna rede de comunicações e transportes. A riqueza do seu património monumental e artístico, o Vinho do Porto, os vastos espaços dedicados ao lazer e a sua vida cultural convidam a visitar esta cidade contemporânea e criativa, mas que mantém o seu conhecido carácter hospitaleiro. (http://visitporto.travel)

 

sábado, 22 de setembro de 2012

Feira e Festas de S. Miguel 2012

- Cabeceiras de Basto -


 Começou no dia 20 de Setembro, a afamada Feira de S. Miguel de Refojos. A alvorada festiva com salva de morteiros e grupos de Zés Pereiras anunciaram pela manhã, o início desta feira secular, que também é festa e que durante os próximos dez dias converte Cabeceiras de Basto, numa terra cosmopolita e no ponto de encontro desta vasta região.

As ruas engalanadas, o comércio, os divertimentos e um programa de animação diversificado, onde a tradição se cruza com a modernidade, são fatores de atração para diferentes faixas etárias da população e milhares de visitantes.

A abertura do ‘Portal da Feira’ que teve lugar pelas 10h00m, marcou o início destas que também são as Festas do Concelho de Cabeceiras de Basto. A singela iniciativa, que contou com a presença dos Presidentes da Câmara e da Assembleia Municipal, Engº Joaquim Barreto e Dr. Serafim China Pereira, respetivamente, bem como do Presidente da Junta de Freguesia de Refojos, Francisco Alves e de responsáveis pela Comissão de Festas, entre outros autarcas e centenas de pessoas que, trajando a rigor ou simplesmente associando-se, percorreram as principais ruas da vila, recriando assim uma antiga tradição, onde sobretudo, minhotos e transmontanos, chegavam com os produtos excedentes nesta época de colheitas, para comercializar os seus produtos.

Mantas de barroso, vestuário manufaturado em linho e lã, tamancos, produtos hortícolas e fruta da época, eram alguns dos artigos mais procurados. Chegavam ainda os comerciantes de gado cavalar, que aqui faziam os seus negócios, uso que se manteve ao longo dos tempos, motivo pela qual a feira do gado cavalar consta no programa festivo.

Esta tradicional feira decorre durante a manhã no Parque do Mosteiro, antecedendo as tão apreciadas corridas de cavalos a galope, que habitualmente registam o agrado da população que se junta para apreciar o desempenho dos belos e possantes animais.

De referir que a abertura do Portal da Feira, contou ainda com a presença dos utentes de vários Espaços de Convívio e Lazer do Concelho e dos Bombos da Orada.

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Recorde-se que o programa previsto para os dez dias de festa, envolve não só a população local, como os comerciantes e muitas associações e outras entidades que participam e ajudam a concretizar um cartaz repleto de actividades que anima esta vila cabeceirense durante dez dias.

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No dia 22, sábado, destaque para o passeio equestre pelas ruas da vila e pelas 17h00m, o Encontro de Bombos e Gigantones. A peça musical ‘Lovecats’, organizada pelo Centro de Dança Corpo e Movimento e a atuação do ‘Dour’Orquestra’, ambos no Parque do Mosteiro e o Baile de Outono nos Claustros do Mosteiro encerram o dia.

No dia 23, domingo, destaque para a realização do Cortejo Etnográfico, que a partir das 15h30m, vai percorrer as principais ruas da vila, apresentando carros alegóricos provindos de quase todas as freguesias do concelho, que desta forma apresentam os seus usos e costumes, a sua história, lendas e tradições. À noite, a jornada termina com a atuação da ‘Banda Star’.

No dia 24, 2ª feira, estão previstas várias atividades desportivas no Parque do Mosteiro, espaço que à noite acolhe animação musical com grupos de concertinas e Quadra Musical, a partir das 21h30m.

No dia 25, 3ª feira, destaque para a atuação do grupo musical ‘Quadrângulo’ e no dia 26, 4ª feira, uma popular garraiada. As duas iniciativas estão agendadas para o Parque do Mosteiro, a partir das 21h30m.

No dia 27, 5ª feira, às 17h00m abre ao público a 36ª Agro Basto – Exposição/Feira das Actividades Económicas de Basto. Um certame que tem como cenário o Mercado Municipal e a Praça Arcipreste Francisco Xavier de Almeida Barreto, onde decorre a partir das 21h30m a animação musical com os cantadores ao desafio Irene Pinto de Gaia, Lopes de Travassô e Carvalho de Cucana, no palco da Agro-Basto.

O dia 28, 6ª feira, é dia grande de festa, o programa abre com bombos e gigantones a animar as ruas da vila, seguindo-se, às 10h00m, a feira de gado bovino (raças maronesa, barrosã e minhota) e o concurso pecuário aberto à participação dos distritos de Braga e Vila Real. No final é a vez das espetaculares e sempre concorridas chegas de bois deliciarem o público presente. Estão agendadas para as 15h00m. À noite tem lugar o arraial minhoto com a ‘Ronda das Concertinas’, onde cantadores e populares se juntam, percorrendo e animando as ruas desta vila Cabeceirense, enquanto no palco actuará o cantor popular ’Zé Amaro’. Segue-se uma espetacular sessão de fogo de artifício.

O dia 29, sábado, feriado Municipal, começa às 10h00m com uma sessão solene evocativa do Dia do Município, durante a qual serão entregues vários votos de louvor a cidadãos cabeceirenses cuja ação merece ou mereceu o reconhecimento municipal. Neste dia de S. Miguel, destaque ainda para a missa solene, pelas 11horas e a imponente procissão às 17h00m. O concerto das bandas Cabeceirense e das Caldas das Taipas, terá lugar na Praça da República, às 21h30m. A noite termina com a atuação da Banda Sabor no palco da Agro Basto e a Noite de Estrelas, nos Claustros do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.

A tradicional Feira/Festa de S. Miguel de Refojos, encerra no dia 30, domingo, tradicional dia das trocas, com a transmissão do programa televisivo da TVI ‘Somos Portugal’, a partir de Cabeceiras de Basto. O encontro de Folclore com ‘Os Camponeses de Arosa’ e o Grupo Folclórico de S. Nicolau, no palco da Agro-Basto, encerram o programa festivo 2012.